ReAja: Nessa casa não entra sacolinha plástica!
Os problemas a serem resolvidos são:
-O consumo excessivo de sacolinhas plásticas
-O enorme volume de lixo doméstico gerado nos centros urbanos
-A destinação de recicláveis para aterro/lixão
O Projeto ReAja® consiste na estruturação de uma cadeia integrada e gestão profissional de resíduos domésticos em condomínios residenciais. O objetivo é a valoração dos resíduos orgânicos e a entrega de alternativas para o uso de sacolinhas plásticas.
Essa cadeia é composta por quatro componentes essenciais: CONHECIMENTO (com educação ambiental), ENGAJAMENTO (com entrega de benefícios), FERRAMENTAS (entregam-se utensílios práticos que facilitam a separação dos resíduos domésticos na rotina do cidadão urbano) e MARKETING (visando a escalabilidade).
O ReAja® promove a quebra de paradigma sobre a responsabilidade do lixo doméstico, que atualmente pertence ao poder público. Para isso a recompensa aos moradores são alimentos frescos e saudáveis. Estima-se que esse sistema de gestão pode reduzir até 80% dos resíduos destinado para aterros/lixão.
Existem 21 mil condomínios em São Paulo (LELLO, 2014), na média eles possuem 1,7 blocos com 78 apartamentos cada e a família urbana é composta em média por 3 pessoas (IBGE 2010), totalizando 8,35 milhões de pessoas. Esse mercado movimenta 13,2 bilhões por ano, empregando 6 mil pessoas. Cada habitante produz em torno de 1,1 Kg de lixo diariamente (ABRELPE, 2017; CETESB, 2018), assim, em média são gerados 9.189 toneladas de resíduos dia nesses condomínios. Em São Paulo cerca de 20 mil toneladas dia de resíduos são destinados para 2 aterros sanitários. Os condomínios residenciais são um modelo de moradia presente em toda cidade. A gravimetria dos resíduos domésticos classifica que 51,4% é de matéria orgânica, 31,9% são materiais recicláveis e 16,7% outros materiais, sendo que é estimado que 37% tem destinação inadequada (COALIZÃO EMBALAGENS, 2017). A maior parte desses resíduos é embalado em sacolinhas plásticas. O ReAja promove a gestão adequada dos resíduos sólidos, garantindo a segregação na fonte dos materiais recicláveis e sua destinação para cooperativas e catadores individuais. A matéria orgânica será compostada gerando substrato para a horta comunitária. Estima-se que 80% dos resíduos deixarão de ir para os aterros. Essa é uma solução sustentável economicamente.
Todos os condomínios residenciais de prédios, casas ou clubes da grande São Paulo, grande Campinas e grande Sorocaba. Podendo ser aplicado para classes altas ou grandes conjuntos habitacionais. Consumidores cada vez mais conscientes com o impacto socioambiental e que buscam melhor destinação dos seus resíduos. Na fase de escalabilidade, o projeto ReAja pode ser adaptado para condomínios comerciais e Parques Industriais.
Os serviços oferecidos pelo Projeto ReAja são customizados para cada infraestrutura encontrada em um condomínio. A tecnologia utilizada é simples e está relacionada principalmente com a compostagem dos resíduos orgânicos.
Para realizar uma gestão adequada algumas etapas são realizadas.
- Conhecimento: os moradores aprendem a separar os materiais entre recicláveis, orgânicos e rejeito.
- Ferramentas:
- os moradores recebem:
- lixeiras domésticas para garantirem a separação em casa;
- sacolas de mandioca para substituir os sacos de lixo de plástico;
- ecobags de algodão para substituir as sacolas plásticas distribuídas em supermercados.
- o condomínio recebe:
- containers;
- composteiras;
- horta comunitária.
- os moradores recebem:
- Engajamento:
- os resíduos orgânicos são compostados e se transformam em adubo para a horta e paisagismo;
- a produção da horta é distribuída para os moradores;
- os materiais recicláveis são destinados para as cooperativas, que são parceiras desse projeto. O maior volume e a maior qualidade dos materiais (já que não estão contaminados com orgânicos), melhoram a rentabilidade desses trabalhadores.
- Outros materiais também possuem sua destinação correta: eletrônicos, pilhas, óleo de cozinha e roupas.
O Projeto ReAja promove a conexão de todos os elos da cadeia de resíduos, da indústria ao catador de materiais, passando pelo consumidor. Garante a circularidade dos materiais e que 80% dos resíduos tenham sua correta destinação na fonte geradora.
Consideramos que o rejeito ainda não tem sua correta destinação, apesar de atender a legislação ao chegar no aterro sanitário. Entendemos que pelo conceito de Economia Circular, esse resíduo deve ter uma utilização mais nobre e por isso já estamos buscando inovações para futuramente incluirmos a circularidade de 100% dos materiais.
- Reduz plásticos e resíduos de uso único, promovendo mudanças no comportamento do consumidor e incentivando o reuso e a reciclagem
- Permite que o setor público, especialmente os municípios, possam realizar testes e implementar sistemas novos e inovadores em sua gestão de resíduos
- Protótipo
A solução é inovadora pois não existe no mercado uma solução integrada e sistêmica para a destinação adequada dos resíduos dos condomínios residenciais na cidade de São Paulo. As soluções atuais separam o lixo em reciclável e rejeito, dando destinação adequada para apenas 30% do volume gerado. O ReAja propõe uma solução para os 50% do volume restante, ou seja, apenas 20% dos resíduos gerados irão para o aterro sanitário. De maneira inovadora, os resíduos orgânicos permanecem no condomínio e são transformados em composto, pela composteira do prédio e utilizados no mesmo local onde foi gerado, servindo de adubo para a horta comunitária, que produzirá verduras frescas para os moradores.
Essas ações garantem a circularidade dos materiais, redução do volume de resíduo encaminhado ao aterro sanitário e aumento na eficiência logística da coleta e transporte do rejeito restante. A solução propõe eliminar as sacolas plásticas na sua causa raiz, conscientizando o cidadão a não depender delas para carregar suas compras e nem para colocar no cesto de lixo. Enfatiza a abordagem de utilização de ecobags ou sacolas duráveis e aponta os caminhos e alternativas para a não utilização de sacolas plásticas no acondicionamento e disposição do lixo. O ReAja é uma solução na mudança de paradigma, já que garante a transferência da responsabilidade da gestão e destinação adequada dos resíduos do governo para o cidadão.
Em visita a EcoUrbis, recebeu-se a informação que a cidade de São Paulo não possui mais nenhuma área pública disponível dentro da cidade para a instalação de um novo aterro sanitário e que restam apenas 7 anos de vida útil do aterro atual, ou seja, o próximo aterro deverá ser instalado em outro município.
Mais de 8,3 bilhões de toneladas de plástico foram produzidos até hoje, sendo que 6,3 bilhões de toneladas já viraram resíduo e 5,7 bilhões não foi reciclado (Olson, 2018). Esse material é de difícil compactação e gera um grande volume, além de dificultar a decomposição de outros materiais. A degradação dos plásticos é extremamente lenta, por isso desenvolveu-se aditivos que aceleram sua degradação, mas ao cair nos oceanos, onde grande parte desse material termina, esses plásticos se fragmentam em microplásticos. (Cerri, 2019).
Esses microplásticos acabam participando da cadeia alimentar da vida marinha e atualmente estão presentes em todos os pontos do oceano (Olson, 2018).
As sacolas plásticas são o principal problema na poluição dos oceanos, estima-se que atualmente consumimos 1,5 bilhões de sacolas plásticas por dia, no mundo. (Papelada, 2017).
Por isso uma solução para os aterros sanitários e para as sacolas plásticas se faz necessária. Para resolver um problema tão complexo, precisamos de uma solução completa e integrada.
Segue o mapa da Teoria da Mudança do ReAja.
- Mulheres e meninas
- Crianças e adolescentes
- Terceira idade
- População urbana
- Classe média
- Minorias / Populações que já foram excluídas
- Formuladores de políticas/governo
- Empresários
- Outros
- Brasil
- Brasil
Inicialmente a ideia atingirá de forma direta e principal os moradores e funcionários dos condomínios que estão recebendo o protótipo do projeto. Tratam-se de dois condomínios de apartamentos de CDHU, um na zona leste da cidade de São Paulo e outro na cidade de Votorantim. Somados, residem nessas mini cidades aproximadamente 1.300 pessoas, as quais serão impactadas diretamente. Além delas, podemos considerar o impacto indireto em outras pessoas, como os catadores autônomos que fazem a coleta do resíduo reciclável e as empresas terceirizadas da prefeitura que realizam a coleta e a gestão dos aterros.
Daqui a um ano, pretendemos atingir 1% dos condomínios prediais residenciais localizados nas zonas Sul e Oeste da cidade de São Paulo. Segundo, um estudo da Administradora Lello (2014), 78% dos condomínios da cidade ficam nessas duas zonas, ou seja, 16.380 condomínios e em média cada um com 78 apartamentos. Se considerarmos 3 moradores por unidade de apartamento, que é a média das famílias urbanas no Brasil, segundo IBGE (2008), atingiremos em um ano em torno de 38 mil pessoas.
Em cinco anos pretendemos ter atingido 100% de todos os condomínios de prédios residenciais presentes em todas as regiões da cidade de São Paulo, que representam 37% da população da cidade.
O grande impacto positivo da solução no aspecto ambiental é a redução em até 80% do volume de resíduo gerado que será encaminhado ao aterro sanitário. Isso acontecerá, principalmente, devido ao estabelecimento da circularidade dos resíduos orgânicos que serão dispostos, transformados e utilizados no local de sua geração. Com a separação do reciclável, ocorrerá o aumento do volume de material sem contaminação, o qual é enviado para as cooperativas de reciclagem, que são os principais atores da cadeia responsável pela coleta de embalagens pós uso.
Na dimensão social o impacto positivo será atingido pela valoração do lixo e reconhecimento por parte dos moradores de toda uma cadeia complexa na qual estão inseridos os catadores e cooperativas de resíduos, dentre outros atores. A capacitação, conscientização e sensibilização dos condôminos através da educação ambiental sobre gestão dos resíduos e para a participação nas atividades da horta comunitária, são outros importantes aspectos sociais, pois agregarão conteúdo relevante para uma mudança real de hábitos, além de fazê-los agir como protagonistas do cenário da gestão dos resíduos no seu condomínio e consequentemente, na sua cidade.
O impacto econômico positivo tem dois principais beneficiários, os catadores e o governo. Os catadores e as cooperativas terão um aumento real de renda, pelo maior volume comercializado e aumento na eficiência logística de coleta dos resíduos devido a segregação correta na fonte. Para o governo, haverá redução do custo com a disposição dos resíduos e aumento da eficiência de coleta e no prolongamento da vida útil dos aterros sanitário.
O principal objetivo do Instituto GRÃOS é o aumento em escala de implantações do projeto ReAja pelos condomínios do Estado de São Paulo.
Para 2020, nossa meta é alcançarmos o reconhecimento da nossa solução e a divulgação do Instituto em todas as cidades da grande São Paulo, grande Campinas e grande Sorocaba. Para os próximos 5 anos, nossa meta é o reconhecimento pelo poder Público e com isso a obrigatoriedade de solucionar os resíduos de todos os CPFs direto na fonte geradora. Para alcançarmos essas metas faremos com o engajamento do cidadão. Entendemos que as metas serão alcançadas pela preocupação crescente com a disposição inadequada dos resíduos sólidos pela sociedade e a dificuldade do poder público em resolver de forma isolada esse problema. Os residentes dos condomínios que serão as primeiras pessoas impactadas de maneira direta com essa solução, reconhecerão que o Projeto ReAja apresenta facilidades e praticidade nas alternativas sugeridas para a separação correta dos resíduos. Os esforços necessários serão absorvidos na rotina e nos hábitos das pessoas de maneira definitiva e consequentemente, a responsabilidade sobre a gestão e destinação adequada dos mesmos será realmente compartilhada.
As barreiras financeiras estão nos recursos necessários para a implantação, instalação e operação do projeto, bem como para a escalada do mesmo.
As barreiras técnicas existem, pois, constantemente novas tecnologias estão presentes na cadeia produtiva e consequentemente, na cadeia de resíduos.
As barreiras jurídicas estão presentes na interpretação e execução das normativas legais da temática de resíduos sólidos e na responsabilidade compartilhada e não estendida para todos os atores da cadeia. Existem também normativas legais desatualizadas que não correspondem aos avanços tecnológicos e se tornam limitantes, além da dificuldade em legislar a respeito de uma tributação diferenciada ou benefícios para a indústria que utilizam em sua linha de produção matéria prima advinda de material pós consumo e sofrem com bitributação.
As barreiras culturais estão atreladas aos paradigmas atuais da sociedade com relação ao consumo indiscriminado de recursos e de não se sentir responsável pelo resíduo que geram. Além de uma imposição fictícia de praticidade, rapidez, eficiente em relação as coisas descartáveis, que apenas distanciaram o cidadão dos impactos que ele causa para o meio ambiente e o desconecta dos ciclos da natureza.
As barreiras de mercado estão atreladas a falta de valoração de todos os tipos de materiais que podem ser reciclados e esses competem com uma matéria prima virgem com custo mais baixo, além disso a logística do material para ser reutilizado inviabiliza economicamente a reinserção na cadeia produtiva.
As barreiras financeiras serão transpostas com a captação de recursos de patrocinadores, investidores ou mesmo parceiros para implantação, operação e posteriormente, escalada do negócio, bem como capital próprio das sócias e a venda do projeto para os condomínios, administradoras e construtoras.
As barreiras técnicas serão ultrapassadas com a constante capacitação e treinamento da equipe operacional e atualização.
Para as barreiras jurídicas cabe cumprir as normativas existentes e articular junto as associações de setores, a indústria e a sociedade civil para que normativas legais sejam mais coerentes com a realidade e atendam às necessidades atuais.
As barreiras culturais serão transpostas com educação ambiental, capacitando, sensibilizando e conscientizando as pessoas ao mostrar o real impacto que a sociedade de consumo urbana tem causado no meio ambiente e como ela pode reverter isso.
As barreiras de mercado podem ser transpostas a partir de normativas legais que estão sendo implementadas no médio prazo e ao longo do tempo será determinada pela escassez dos recursos para a produção de bens de consumo e também pelas escolhas dos consumidores conscientes em adquirir produtos de empresas preocupadas com o meio ambiente.
- Híbrido con fines de lucro y sin fines de lucro
Somos uma startup que tem como propósito conectar os elos da cadeia de resíduos e diminuir os impactos das pessoas nesse planeta.
Como startup temos uma equipe enxuta, que garante o alcance dos resultados com alta performance e velocidade na tomada de decisão.
Por isso somos em 2 pessoas com dedicação integral, 2 contratadas como freelancers e 4 estagiários. Essa equipe garante 270 horas semanais dedicadas ao projeto.
O Instituto GRAOS foi criado por duas empreendedoras:
Daniela Pereira: Eng. Florestal (ESALQ/USP), com Mestrado em Recursos Florestais (ESALQ/USP) e MBA em Gestão Empresarial (FGV), experiência de 11 anos, atuando 6 anos em multinacional no setor de celulose, nos Estados do ES, BA, MG e SP, participação societária em uma escola de treinamentos e cursinho pré-vestibular em SP, consultora técnica em projetos de PSA- Pagamentos por Serviços Ambientais para CETESB e hidroelétrica.
https://www.linkedin.com/in/daniela-pereira-77805134/
Fernanda Cicarone: Eng. Agrônoma (ESALQ/USP) e Gestora Ambiental (EACH/USP), experiência de 13 anos como agrônoma, atuando em empresas privadas do agronegócio e na Prefeitura de São Paulo como Especialista de Desenvolvimento Urbano, com foco na arborização e limpeza urbana.
https://www.linkedin.com/in/fernanda-cicarone-6a919956/
Juntas construímos o Instituto Grãos que reflete nosso propósito de vida, que é desenvolver um negócio de impacto ambiental e social, que tenha pragmatismo, impactando numa escala exponencial a sociedade. A atuação no setor privado, no público e empreendedorismo nos tornam gestoras de alta performance, que conduzem a equipe de forma sistêmica, com foco em resolução de problemas e alcance de resultados.
Missão: Transformar o tradicional conceito de progresso da sociedade e promover a economia circular, conectando todos os elos da cadeia de resíduos sólidos, além de fortalecer as estruturas sociais.
Valores: Valorização das pessoas, empoderamento dos atores, diversidade de atores, preocupação com o futuro da sociedade, cuidado com o planeta terra, sensibilizar para mudar, atuação conjunta, inovação, diminuição da desigualdade, sociedade mais justa, equidade, inclusão social.
Atualmente não possuímos apoio financeiro para a realização do projeto, estamos buscando patrocinadores. Conseguimos os parceiros que aceitaram implantar o projeto no condomínio, mas estamos promovendo a instalação com capital próprio.
Os parceiros que aceitaram a implantação do ReAja são: em São Paulo, com apoio da subprefeitura no CDH Gleba Cangaíba A. Em Votorantim, no CDHU no bairro Colonia Santa Monica, em parceria com o Projeto social Terminal da Leitura.
Além de capital da empresa, busca-se por patrocinadores regionais para viabilizar a compra de materiais.
O projeto possui 3 fontes de receita, conforme figura:
Estamos em busca de Investidores e Patrocinadores para escalar o projeto em uma velocidade maior. Atualmente o projeto tem sustentabilidade financeira com a venda para clientes, através de pagamento de mensalidade.
Estamos participando do Desafio Rethink Plastics, pois o BID seria um parceiro interessante uma vez que temos um propósito alinhado com o dele.
O financiamento é interessante, mas não se limita a isso pois ser premiado trará também notoriedade e reconhecimento a proposta, além de promover o acesso a pessoas protagonistas no cenário de ações de desenvolvimento em países da América Latina e Caribe, o que agrega valor e informação a equipe.
A solução ReAja se encaixa perfeitamente no desafio proposto e pode realmente contribuir para uma mudança real na cultura e hábitos das pessoas.
- Modelo de negócios
- Tecnologia
- Distribuição
- Modelo de financiamento e receita
- Talento o miembros de la junta
- Legal
- Monitoramento e avaliação
- Mídia e oportunidades para palestrar
- Outros
Atualmente estamos desenvolvendo parceria com a Ancat (Associaçáo Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis), para entender as reais necessidades dos catadores e conseguir inseri-los de maneira formal e valorizada.
Gostaríamos de fazer parceria com a Pimp My Carroça para incrementar a valorização dos catadores e sua ferramenta de trabalho.
Estamos fazendo parceria com a prefeitura da cidade de São Paulo, na Subprefeitura da Penha no intuito de conseguir conectar as pessoas que procuram o ReAja e o Instituto Grãos.
Gostaríamos de fazer parcerias e sermos patrocinadas por grandes empresas e corporações como a Unilever, Ambev, Eletrolux, entre outras, além das grandes redes de supermercado e varejo como Carrefour, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, etc. Essas empresas têm obrigações legais na cadeia de resíduos que precisam ser atendidas e o ReAja pode viabilizar isso.
Gostaríamos de fazer parcerias com instituições internacionais e organizações não governamentais que promovem desenvolvimento local para troca de experiências, agregando network, maior conhecimento da cadeia de resíduos e maior possibilidade de estabelecimento de elos visando a destinação adequada dos resíduos.
Comece por você, seja responsável por seus impactos!